[VÍDEO]- The Corrs

26 de jan. de 2010

Caso o vídeo dê erro, atualizar a página, clicar sobre o vídeo (imagem) e depois em play.

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crédito do vídeo: [
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Idade?

23 de jan. de 2010

Idade... isso seria um problema?

Muitas pessoas quando decidem discutir sobre relacionamento colocam na mesa a palavra: IDADE.
Diferença de idade é mesmo um fator tãooo decisivo para o sucesso de um relacionamento?

Uma mulher pode namorar um garoto da idade do seu filho?
Um homem pode namorar uma menina que estuda com a sua filha na faculdade?
ou então... a diferença nem precisa ser tão grande. Seriam 10 anos muitos? Talvez 7?... ou quem sabe 4?...

Uma aluna pode se apaixonar por um professor e ele por ela? Ou isso seria julgado como assédio?
Amor tem idade para ser sentido? Ou é a sociedade que impõem isso?

Uma garota tem como escolha um garoto e um homem.
Até que ponto a idade influenciaria a sua escolha?

.Babi.
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Festa de 15 anos

22 de jan. de 2010


Imagino que todas as garotas de 15 anos hoje em dia pensam em ter o namorado perfeito como seu príncipe em sua festa de quinze anos.
O menino perfeito para dançar com você
O menino perfeito para ser o seu par.

Mas e se o menino não for perfeito?
E se o menino fizer seu papel perfeitamente... mas logo depois de feito, ele resolver não interpretá-lo mais?

Quais seriam as marcas que uma debutante levaria de uma "amor" que acabou de repente?

Um príncipe perfeito em um dia
O ex-príncipe perfeito no outro.

Perder o príncipe no dia que deveria ser o mais marcante na vida de uma garota- por acontecimentos bons - pode causar quais traumas?


.Babi.
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Novo Projeto

21 de jan. de 2010
Depois de um bloqueio enorme que eu estava sofrendo... consegui sair e voltar a escrever.
Verde Musgo ainda está em processo de revisão, e eu estou escrevendo agora a história da Aninha.

Acho que vou colocar um pequenino trecho.

Se alguém quiser comentar é só mandar um e-mail. (babilaralima@gmail.com)
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- Original em processo -
(trecho/capítulo 9)

[...]

Nós fomos cada um para a sua sala de aula. Nossa primeira aula seria história. A professora havia escrito na lousa que nós nos sentássemos em duplas para poder resolver os exercícios que ela iria passar. Pedi que Gabi se sentasse ao meu lado. Ela era muito boa aluna em história e da forma com que meu cérebro estava funcionando ultimamente, preferia que alguém pelo menos na dupla soubesse o que responder.

- Gabi, você se importa se eu me sentar com ela? – Uma voz nada estranha foi a que eu ouvi falar com Gabi antes que ela se sentasse ao meu lado. Era ele.

- De forma alguma. Eu faço dupla com a Paola. Pode se sentar.

Diego estava ao meu lado. Eu queria tanto poder conversar com ele e dizer tudo o que eu sentia. Dizer que eu não me importava em ele não gostar de mim da mesma forma que eu gostava dele. Queria dizer que aquela manhã no lago foi inesquecível e mágica. Ele interrompeu meus desejos com a sua voz.

- Como você está?

- Eu estou ótima. E você? Como você está? – eu não entendi o objetivo daquela conversa.

- Nada bem. – Diego olhou fixamente em meus olhos. – Passei meu fim de semana pensando no que aconteceu entre nós.

- Die...

- Deixe eu terminar, Ana. – seus olhos ainda invadiam os meus. – Eu quero ficar com você. Eu quero tentar gostar de você da mesma forma que você gosta de mim. Eu quero...

- Silêncio, Diego! – a voz rude e alta da Senhora Gina foi o que interrompeu o meu momento de filme. – Ou vocês podem ir conversar lá fora se quiserem, sim, Ana?!

Eu queria de verdade que alguém me explicasse o porquê de a maioria dos professores mais velhos serem tão carrancudos e chatos. Diego se desculpou e a professora aceitou suas desculpas com um aceno patético.

- Diego... – eu sussurrei para ele, que tapou meus lábios com seu dedo impedindo que eu continuasse a falar.

Seu ato meu pareceu completamente estranho. Foi, então, que eu o vi arrancar uma folha de seu caderno e começar a escrever. A letra dele era tão mais bonita do que a minha. Ela era certinha e muito bem desenhada. Depois de alguns instantes escrevendo ele me passou a folha. Fez um gesto sugestivo para que eu lesse o que estava escrito. Eu segui suas instruções.

Ana, o que eu estava dizendo é que depois do beijo e das risadas que eu dei com você no sábado, minha cabeça fica ligada em você o tempo todo.

Eu não vou mentir para você. Não gosto de você ainda da mesma forma. Mas eu queria tentar. O que você acha?

Meus olhos não desgrudaram da última frase escrita no papel. Pude sentir a perda instantânea dos meus músculos faciais. Ele realmente estava me dizendo que queria tentar algo sério comigo? Vi o papel sair do meu campo de visão, mas continuei imóvel.

Ana?

O papel foi posto novamente em minha frente. Lembrei-me de como pegar no lápis e escrevi, com a pior letra possível, a resposta para sua pergunta.

Eu acho uma ótima idéia.

[...]

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.Babi.

:)

Um poema um pouco antigo.
Escrito no dia 4 de agosto de 2009.

Queria dizer em poucas palavras que não sofrerei com sua resposta,

Uma resposta que será composta de palavras nada românticas e nada amorosas.

Mas fica difícil dizer que não sofreria ouvindo sua boca pronunciá-las,

Enquanto em meus sonhos você sempre dizia o oposto do que dirá.

O amor não pode viver em um único corpo

Ele deve viver da junção de dois corpos.

O amor não deve ser sentido apenas por um ser

Ele deve ser o resultado da troca de emoções entre dois seres.


Enfim, ouvir de sua boca palavras tão fortes são inevitáveis.

O seu “eu não te amo” irá me ferir

Mas nunca me feriria da mesma forma com que a esperança o faz.

Ouví-lo agora é evitar o sofrimento mudo.


.Babi.

A raposa e as uvas

20 de jan. de 2010
Uma raposa entrou faminta num terreno onde havia uma parreira, cheia de uvas maduras,cujos cachos se penduravam, muito alto,em cima de sua cabeça. A raposa não podia resistir à tentação de chupar aquelas uvas, mas, por mais que pulasse, não conseguia abocanhá-las. Cansada de pular, olhou mais uma vez os apetitosos cachos e disse:
- Estão verdes...

Moral: É fácil desdenhar daquilo que não se alcança.
(Esopo)


- quase uma prova de introdução à semiótica -

.Babi.

[VÍDEO] - A Fine Frenzy

Digamos que ouvi a primeira música dessa cantora enquanto esperava meu pai ir me buscar após o vestibular.

Penso que a doçura e a forma com que Alison Sudol ou como ela se rotula "A Fine Frenzy" canta, faz com que eu seja levada por pensamentos que me fazem de certa forma surtar e escrever de uma forma nova.

Vou colocar o vídeo da música You Picked Me, logo abaixo
Espero que gostem :)


Caso o vídeo dê erro, atualizar a página, clicar sobre o vídeo (imagem) e depois em play.

.Babi.
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crédito do vídeo: [aqui]

Contato

19 de jan. de 2010
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barbara.lara04@gmail.com
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.Episódios.

Como eu ja estou desenvolvendo um novo original, gostaria que aquelas pessoas interessadas em me contar algum fato que marcou a sua vida me mandassem um e-mail (babilaralima@gmail.com), ou deixassem um comentário falando sobre o que aconteceu.

Essa nova história é um pouco mais "jovem" do que a outra (Verde Musgo).
Ela é narrado em primeira pessoa, e dessa vez o personagem principal é uma mulher.
Ana Paula tem 17 anos. Mudou-se para um cidade muito maior do que a em que ela nasceu e passou os dezessete anos de sua vida.
Seu irmão mais velho é Thiago, sua irmã mais nova é Luciana.
Por enquanto eu exploro o possível nascimento de uma paixão, enquanto ao mesmo tempo coloco em cena A primeira paixão dela.
Também criei um paralelo com os personagens do primeiro livro, sendo que assim os leitores do primeiro poderão ter notícias sobre como anda a vida de Miguel.

Quem quiser ajudar e mandar sugestões, idéias e contar algum fato é só entrar em contato.

.Babi.

...

Por enquanto vou colocar um texto que escrevi ano passado.

"Não é que eu tenha medo das minhas escolhas, mas sim das conseqüências que elas trarão!
Eu não tenho medo da tempestade, mas tenho medo dos seus raios...
Eu não posso dizer que quero ser eu mesma quando crescer porque eu não sei se eu vou crescer, então eu devo dizer que eu quero ser como meus amigos...porque eles são minha inspiração para eu querer vir a ser alguém!
Eu não quero um amor para sentar ao meu lado e sentir minha respiração, mas quero um amor que me faça perder o ar ao me fazer sentir sua presença!
Não tenho medo de ser levada pela morte...mas tenho medo de que ela leve meus maiores tesouros...
Quero poder acordar e sentir vontade de dar gargalhadas, me exercitar...correr!
Quero poder ir dormir e sentir vontade de fechar os olhos e viver os momentos maravilhosos de um dia bom novamente em meus sonhos!
Gostaria de parar o tempo para prolongar um abraço, gostaria de acelerar o tempo para diminuir uma despedida.
Muitas vezes uma lágrima derramada não significou um choro de dor...mas sim o mais alto grito de felicidade sentido por uma visão da mais completa emoção.
Os dias que passaram não voltarão mais, os cacos de vidro jogados ao chão nunca mais formarão o objeto que compunham. A perfeição não está na simetria das linhas...mas na desigualdade dos detalhes que compõe a felicidade de qualquer ser.
O sentido da vida não está nas loucuras cometidas em momentos de embriaguez, mas nos atos de sobriedade em momentos de profunda loucura.
Devemos valorizar quem nos ama, ouvir seus conselhos...pois o que parece durar para sempre, pode muitas vezes durar muito pouco."
(escrito em 31-01-2009.)

.Babi.

Sobre a Babi











Nome: Bárbara Lara de Araujo Lima
Data de nascimento: 19 de abril de 1991
Cidade: Campinas
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- Estudante de linguística pela Universidade Federal de São Carlos
- Irmã mais velha
- Apaixonada por doces
- Cristã Protestante
- Namorada do Marcelo :)
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Sobre Verde Musgo

"Um poquinho sobre Verde Musgo"
Miguel é o personagem principal desse romance.
Aos treze anos, ainda um menino e sem a família, muda-se para Londres. É na Inglaterra que ele se transforma em homem. Do menino da pequena São Bento, ele agora é o dono de um estúdio fotográfico em Londres.
Miguel não tem a melhor lembrança de seu passado. Nele existe o assassinato de seu pai, e lembrar desse fato faz com que ele sinta a perda do seu herói.
Um telefonema muda toda a sua vida. É Mila quem está do outro lado da linha, e é Mila quem pede a ele um grande sacrifício.
Voltar ao Brasil e conduzir sua irmã ao altar é tudo o que ele precisa para voltar para a velha São Bento e vencer seus traumas.
Quando ele volta, tudo parece estar igual, exceto pelo fato de o tempo ter passado e levado com ele muito da juventude da qual ele se lembrava estar no rosto de sua mãe.
Miguel é o irmão mais velho. Seus irmãos são Camila e Bruno.
Vinte e quatro anos é a sua idade, onze são os anos que ele viveu longe do Brasil, e dezoito são os anos que passaram desde o nascimento de seu ódio pela garota que tentou matá-lo quando ele era apenas uma criança.
O ódio que Miguel sente por sua suposta assassina é colocado em jogo assim que os motivos e causas são lançados.

As diferentes formas de amar são expostas durante todo o enredo do romance.
Miguel é um personagem cheio de dúvidas e certezas, e elas tendem a aumentar com sua decisão de ir ao casamento de sua irmã.

Verde Musgo é um livro, que eu considero, de temática adulta. Não que adolescentes não possam ler,mas nele eu tento explorar muito a forma com que pessoas com um pouco mais de "idade", conseguem lidar com problemas e obstáculos que surgem.

Meus planos são de mandá-lo para uma editora assim que eu terminar de revisá-lo. É incrível como erros aparecem sempre depois de o livro já ter sido revisado.

Capa provisória


Arte: Rebeca Munhoz Moreno

.Babi.


Primeiro post

Resolvi que queria criar um blog. Não que eu ja não tenha um... mas como o outro é sobre epistemologia linguística... achei melhor criar um novo.
Escrever tem sido algo que está dominando as minhas vontades nos últimos tempos. Tem sido algo extremamente prazeroso e que incrivelmente me completa.
Decidi que criar esse blog, e de alguma forma compartilhar as minhas dúvidas e idéias seria algo muito bom.
Fiquei bastante tempo pra escolher o endereço dele. O lilás estava em praticamente todas as minhas idéias. O café surgiu depois.
Posso dizer que o endereço tem muito de mim.
A calma que a cor lilás transmite (pelo menos em mim) é extremamente gostosa.
O gostinho que o café deixa na boca (pelo menos em mim) é simplesmente delicioso

Com esse blog eu planejo ganhar ideias e sugestões para os meus livros.
Escrevi um livro ano passado. Meu primeiro original.
Ter um livro acabado me faz ficar completamente orgulhosa de mim.
É como se eu pudesse transmitir para as pessoas através dele, sentimentos e reações inesperadas. Cada leitor interpreta de uma forma, e é ai que está a mágica.

O título do meu primeiro livro é: Verde Musgo.
-tem início, meio e fim-
Estou desenvolvendo um segundo livro. Sem título.
Ele tem um começo, mas ainda não tem previsão de quando chegará ao meio, e quem dirá ao fim.

Acho que pra primeiro post este ja está de bom tamanho :D

.Babi.